O surto de E. Coli e o cuidado no manuseio dos alimentos

Sanitizantes

Recentemente, após o aparecimento da mutação da bactéria E.coli passou-se a repensar na qualidade dos alimentos que estão sendo servidos na mesa. A contaminação de alimentos é hoje um dos principais problemas que podem comprometer o bem-estar e a saúde humana.

A Escherichia coli é um habitante normal do trato intestinal dos animais, inclusive do homem, e exerce um efeito benéfico sobre o organismo, suprimindo a multiplicação de bactérias prejudiciais e sintetizando uma considerável quantidade de vitaminas. Porém, entre algumas cepas, há um grupo chamado E.coli enterohemorrágica (Ehec) capaz de provocar doenças em humanos. A infecção faz o corpo produzir anticorpos que atacam o próprio organismo.

De acordo com o Instituto de Tecnologia de Alimentos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), nos últimos dez anos houve um aumento significativo no número de surtos associados com outros veículos além da carne, particularmente as frutas e os vegetais.

Um caso recente de infecção aconteceu com uma família em Magdeburgo. Ao analisarem os pepinos jogados no lixo da casa, encontraram bactérias E. coli. Porém os pepinos podem ter sido contaminados durante a manipulação, dentro da lixeira por outros alimentos ou até mesmo por um pano usado por um membro da família, como comentou o porta-voz do Ministério da Saúde da Espanha, Holger Paech, e não antes da distribuição do alimento.

O surto na Europa já está entre os três maiores em números de infectados, na história recente, e considerado o mais mortal. O número de mortes na Alemanha já chega a 30 e 2800 pessoas já foram infectadas. Treze países registraram casos de infecção pela bactéria, que provoca hemorragias no sistema digestivo e, nos casos mais graves, transtornos renais. Em uma outra epidemia no Japão, no ano de 1996, 20 pessoas morreram e mais de 9 mil ficaram infectadas. Em 2000, sete pessoas morreram em um surto envolvendo a bactéria no Canadá.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) orienta manter carne crua separada, e os alimentos que são consumidos crus, como frutas e vegetais, devem ser lavados e, se possível, ter a casca retirada.

é de extrema importância fazer a higienização dos alimentos antes de acondicioná-los na geladeira ou fruteira, para garantir um consumo saudável e livre dessas doenças. Além de lavá-los com água, o ideal é desinfetá-los com sanitizantes a base de cloro, para que fiquem livres de micro-organismos.

Um exemplo é o Hidrosan Plus Efervescente, um sanitizante orgânico em formato de tabletes, indicado para a desinfecção de frutas, verduras e legumes, que combate todos os micro-organismos nocivos à saúde humana de forma segura, econômica, rápida e eficaz. Fabricado pela HidroAll, empresa líder na fabricação de produtos clorados orgânicos para desinfecção de água, alimentos e saúde animal, além de desinfetar os alimentos, o Hidrosan Plus mantém o visual de frescor e aumenta o tempo de conservação dos alimentos crus.

Com tratamentos simples é possível manter a família saudável, longe de bactérias e outros micro-organimos prejudiciais a saúde do ser humano.

*Edilene Cotrim, é Gerente Técnica da Divisão Industrial da HidroAll, empresa voltada à fabricação de produtos para desinfecção da água de piscinas, sanitizantes para desinfecção de alimentos, agricultura, saneamento básico, área industrial e saúde animal

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